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Depois de seis anos muito bem cantados no grupo As Baías e a Cozinha Mineira, Assucena Assucena está se aventurando na carreira solo. Frio na barriga e muita vontade de acertar têm dominado seus dias. Para manter o equilíbrio, ela recorre ao seu canto no mundo, a casa em São Paulo onde se dedica para que tenha a cara do Brasil.

“Gosto da mistura do terracota da terra com o verde das plantas, me lembra o nordeste”, diz. Para a cantora, a casa representa nossas entranhas que estão fora do corpo: “Minha casa é sagrada e profana”. 

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A conexão com o lar para a cantora ressalta a sua brasilidade e o processo de autodescoberta. Ela mostra que em seu canto gosta de escutar discos de seus artistas favoritos e gente que está em ascensão na cena musical brasileira, como Luiza Audaz, Coral e Ana Barroso. Além, é claro, de compor suas canções, agora em carreira solo.

No caos que é viver em São Paulo, Assucena apresenta seu espaço calmo e revela as músicas autorais que compôs ali e está lançando.

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